TST – Grupo de Whatsapp. Alegada amizade íntima. Suspeição não caracterizada.

A Primeira Turma do TST firmou entendimento no sentido de que o vínculo em mídias sociais, por si só, não comprova amizade íntima a caracterizar a suspeição de testemunha. De acordo com o relator do recurso, ministro Hugo Scheuermann, “o vínculo em mídias sociais são uma extensão das relações interpessoais decorrentes de uma origem comum - o fato de todos trabalharem na mesma empresa. A seu ver, isso não é suficiente para a configuração de amizade íntima” e que “não basta a simples amizade decorrente dos muitos anos de convívio no ambiente de trabalho, ou mesmo a continuidade dessa relação em redes sociais, sob pena de inviabilizar-se a produção de prova testemunhal - e justamente por quem teria melhor condições de fazê-lo, ou seja, quem trabalhou por mais tempo com a empregada”. Confira em nossa página: https://www.tst.jus.br/web/guest/-/afastada-suspei%C3%A7%C3%A3o-de-testemunha-por-participa%C3%A7%C3%A3o-em-grupo-de-whatsapp-e-facebook Fonte da imagem: Mika Baumeister em Unsplash

TST – Grupo de Whatsapp. Alegada amizade íntima. Suspeição não caracterizada.